Augenblick

Dois Caminhos, parte 2


Escolheram Earendi, uma altera que morava na mesma vila, para cruzar o caminho de Menki. Eles não se conheciam, mas tinham interesses em comum.

Como de costume da Conspiração, seus vários membros ativos trabalharam secretamente para alterar as rotinas de Menki e de Earendi, para que eles se encontrassem.

Menki e Earendi se encontraram e se tornaram amigos. Menki mal tinha consciência de sua natureza Altera, mas Earendi notou logo em seus traços que eles deveriam ser iguais.

Menki viu nascer uma revolução em sua mente naquele dia. Era difícil decidir entre o certo e o duvidoso. A moça simples era visivelmente diferente dele, e aquela aproximação não duraria muito tempo antes que eles começassem a se magoar.

Mas Earendi não parecia tão disposta a uma amizade mais próxima, embora Menki soubesse que neste caso eles poderiam compartilhar de mais alegrias do que já compartilhavam atualmente.

Decidir entre a curta alegria com final trágico e uma provável felicidade duradoura, com riscos de perder o que já tinha era cada vez mais difícil. E cada dia que passava tornava as coisas mais fixas em sua atual situação.

A Conspiração soube que não poderia fazer mais nada, apenas esperar pelo fluxo natural dos acontecimentos.

Dois Caminhos


Voltando a escrever narrativas. De agora em diante, tentarei usar a narração mais freqüentemente, em vez de discutir o assunto em questão diretamente, como estava fazendo nas últimas postagens.

Nos tempos do exílio dos Alterom viveu Menki, um Altero dedicado apenas à sua vida.

Menki não pensava na luta pelo fim do exílio, nem mesmo tinha completa consciência de suas origens. Ele tentava construir uma vida de acordo com os costumes do país onde havia crescido.

Ele havia esquecido so costumes de seu povo, não se reunia com seus iguais e não realizava os rituais que sua cultura havia criado. Menki também não conseguia se integrar à vida da sociedade na qual vivia. No fundo, ele ainda achava aqueles costumes estranhos e a adaptação não era fácil.

Mas esta não era a vida que os Antigos Alterom haviam reservado a Menki. Ele deveria penetrar e se integrar àquela sociedade, mas para tornar alguns de seus componentes simpáticos à causa Altera.

Menki sentia-se incompleto, mas não sabia o que poderia fazer para se sentir completo. Com o objetivo de encontrar algo que o preenchesse, deixou que uma nativa daquele país se aproximasse.

A Conspiração viu que era necessário interferir.

Deine Schuld


"Deine Schuld" ("Sua Culpa") é uma música do Die Ärzte, uma ótima banda alemã. Aqui traduzi a letra desta música de alemão para esperanto. Gosto muito dessa música pela letra dela, que fala de mudanças e de as pessoas quererem evitá-las. A música nos instiga a causar mudanças. É o toque do meu celular atualmente.

Para ver a letra original e a tradução, selecione a língua correspondente na barra à direita.

Para ver com mais emoção, no YouTube tem vários vídeos, inclusive com cenas de anime e com legenda em inglês. (blargh!)

Quem sabe depois eu traduza para português também.

Via Ŝuldo
Die Ärzte

Ĉu kolerigis vi jam hodiaŭ, ĉu estis hodiaŭ ĝi malbona?
Ĉu ree demandis vi, kial neniu estis entrepeni?
Vi ne devas akcepti tion, kion vin entute ne konvenas
Kiam vi vian kapon ne nur al ĉapoporto havas

Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti
Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti

Kredu neniun, kiu vin diras, ke vi nenion povas ŝanĝi
Tiu, kiu tion defendas, havas nur timon de ŝanĝo
Ili estas la sama, kiuj klarigas, ĝi estas bona, kiel ĝi estas
Kaj kiam vi ion ŝanĝi volas, tiam estas vi aŭtomate teroristo

Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti
Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti
Pro ĉiu, kiu la mondon ne volas ŝanĝi
Subskribu ilian mortjuĝon

"Lasu ni diskutu, ĉar en nia bela tero
Estas almenaŭ teoria ĉiu timinda tolere
Vortoj ne volas emocii, vortoj ĉagrenas neniun
Pro tio lasu ni pri tio paroli, diskutoj estas bonaj"

Ne - reiru al strato, demonstraciu tion ree
Do kiu ne plu tentas kompreni, povas nur kredi!
Tiu, kiu vin anusiĝas, tiun vi potenciĝis
Pro tio lasu ili vian voĉon aŭdi, ĉar ĉiu voĉo nombras

Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti
Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti

Ne estas via ŝuldo, ke la mondo estas, kiel ĝi estas
Ĝi estos nur via ŝuldo, se ĝi tiel resti

Deine schuld
Die Ãrzte

Hast du dich heute schon geärgert, war es heute wieder schlimm?
Hast du dich wieder gefragt, warum kein Mensch was unternimmt?
Du musst nicht akzeptieren, was dir überhaupt nicht passt
Wenn du deinen Kopf nicht nur zum Tragen einer Mütze hast (uohoho)

Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt
Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt, wenn sie so bleibt

Glaub keinem, der dir sagt, dass du nichts verändern kannst
Die, die das behaupten, haben nur vor Veränderung Angst
Es sind dieselben, die erklären, es sei gut so, wie es ist
Und wenn du etwas ändern willst, dann bist du automatisch Terrorist

Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt
Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt
Weil jeder, der die Welt nicht ändern will
Ihr Todesurteil unterschreibt

"Lass uns diskutieren, denn in unserem schönen Land
Sind zumindest theoretisch alle furchtbar tolerant
Worte wollen nichts bewegen, Worte tun niemandem weh
Darum lass uns drüber reden, Diskussionen sind ok"

Nein - geh mal wieder auf die Straße, geh mal wieder demonstrieren
Denn wer nicht mehr versucht zu kämpfen, kann nur verlieren!
Die dich verarschen, die hast du selbst gewählt
Darum lass sie deine Stimme hören, weil jede Stimme zählt (uohoho)

Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt
Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt

Es ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist
Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt

Blogs e blogs


Há algum tempo, a Cynara reclamou sobre alguém que se dizia não estar na blogosfera. Eu na verdade acho que existem duas blogosferas atualmente. E eu me encontro no meio das duas.

Uma delas é a Blogosfera oficial. A que ganha dinheiro com blogs. Aquela cujos blogs são quase todos sobre tecnologia ou (web)design. Os caras que usam Macs ou querem ter um. Os caras que tem PageRank alto, que pagam hospedagem real com direito a domínio .com, que usam Wordpress instalado via ftp no servidor.

A outra blogosfera, nem se chama assim. Não usam AdSense, nem feeds RSS usam. Não falam de tecnologia, só usam computadores para postar porque não tem outro jeito. Gadgets caros? Celulares Nokia 1100. MacBook Air? Pentuim III de lan-house. Hospedagem no exterior? Blogger.com do Google. Ou pior: Blogger da Globo.

Estou numa situação feia pra mim. Leio mais os blogs "top" que os "ralé", mas o meu blog é ralé. Porque isso, então? Porque sou um geek como os autores de blogs "top", mas não gosto de escrever sobre tecnologia no meu blog. Nem sei se disse aqui que escrevi a minha monografia sobre Web 2.0, e um de seus maiores ícones são os blogs. Mas o que importa é que eu leio blogs via feeds, e o Blogger da Globo não oferece feeds e assim eu acabo não lendo os blogs de vários amigos!

Meu irmão, aliás, tem um péssimo hábito de mandar um spamzinho para todos os seus contatos avisando de atualizações no seu blog. Eu criei um filtro que as envia direto pra lixeira e o respondia 5 vezes. Como não surtiu efeito, o filtro agora só as envia para a lixeira. Ele usa feeds, mas não vêem com resumo dos posts =/

Vou reativar as listas de que blogs eu leio, e colocá-los na barra lateral. Quem sabe eu até volte com o layout com duas barras laterais. E inicio um movimento: "Use RSS, senão não consigo te ler!". Até o tal de Zip.net que meu irmão usa tem RSS, minha gente.



Teclado Brasileiro Nativo (parte dois)


Segunda parte da minha jornada com o Br-Nativo. Eu estava falando dos layouts de teclado e de como eles se adaptam a regiões ou ergonomia.

Foi quando descobri o Teclado Brasileiro. Nem lembro como cheguei ao site dele, alguma busca no Google me levou até lá. Provavelmente estava relacionado ao Das Keyborard, um sonho de consumo meu. Da primeira vez, li alguma coisa no site e apenas guardei nos favoritos. Reparei que tinha com instalar no Linux e no Windows e achei bem interessante. Chegando em casa, procurei outros layouts no Windows (ainda não era tão usuário de Linux) e experimentei o Dvorak por 10 minutos.

Ano passado voltei a procurá-lo. Li, instalei, mas ainda não me sentia preparado para usá-lo. Chegou a monografia e eu pensei "É um grande volume de texto para digitar, será um ótimo treinamento". Mas logo em seguida repensei "Já escrevo devagar com o QWERTY, imagina com o Br-Nativo". Mas no mesmo dia li sobre o Klavaro e o instalei. Comecei o treinamento mas interrompi, já que havia a monografia para fazer.

Hoje estou experimentando usar o Teclado nas variantes Nativo e Esperanto. Principalmente a variante Esperanto, para os textos traduzidos do blog, pois é muito difícil usar as letras acentuadas do esperanto (ĉ, ĝ, ĥ, ĵ, ŝ, ŭ) em um teclado comum, e a variante Esperanto do Br-Nativo as deixa a apenas uma tecla de distância.

Agora vamos falar de como você pode experimentar o Br-Nativo. Vou dar dicas de como facilitar a alternância entre vários layouts no KDE e no GNOME, ambientes de desktop do Linux. A instalação está lá no site do projeto, eu não preciso repetir aqui. No site do projeto, a instalação do driver para Windows está bem completa e inclui a configuração do ambiente de trabalho, por isso não vou escrever mais nada aqui. Para ver como é, olhe nesta página.

No KDE é necessário apenas usar as opções de layout de teclado, disponíveis no kcontrol, "Regional & Acessibilidade", "Layout do Teclado".

É necessário marcar a opção "Habilitar Layouts de Teclado" e adicionar mais de uma vez o layout "Brazil - br". A variante "anbt2" é a QWERTY que usamos, as outras variantes na figura correspondem às variantes Nativo e Esperanto. Abaixo da caixa de seleção que permite escolher a variante, pode-se editar a legenda que aparecerá na área de notificação indicando o layout escolhido. Na aba "Opções XKB" há várias opções para definirmos teclas de atalho para realizar a mudança do layout selecionado.
O layout também pode ser alterado com um clique no indicador localizado na área de notificação.

No GNOME é necessário alguns passos a mais. Primeiro, adicionamos o applet "Indicador de Teclado" a um painel. Clicando nele com o botão direito, temos acesso às opções de teclado.


Na aba disposições, clicando no botão "Adicionar", podemos adicionar novas disposições pelo país e variante. Neste momento escolhemos o país Brasil adicionamos as variantes Nativo.

Na aba opções de disposição, sob o grupo "Group Shif/Lock Behavior" temos várias opções de atalhos para fazer alternar entre os layouts selecionados.

Vejam no detalhe a opção de usar o ScrollLock como alternador. Também podemos alternar o layout com um clique simples no applet indicador de teclado que adicionamos ao painel.

Teclado Brasileiro Nativo (parte um)


Este é o post mais tecnológico do blog. Claro, porque este não é um blog de tecnologia, embora eu trabalhe com tecnologia e a ame.

O post é mais para falar da minha última viagem: usar o teclado brasileiro. Quem acompanha o meu twitter já me leu falando dele. Quem me vê todo dia também já deve ter passado por uma sessão de tortura daquelas onde eu tento convencê-los a se interessar por alguma coisa que me interessa.

Muito bem, mas do que se trata? Você sabe que esse teclado QWERTY foi desenhado para as pessoas escreverem devagar? Na Wikipédia, há uma história do surgimento deste layout de teclado. Uma versão sobre como a posição das teclas foi determinada diz que o layout foi desenhado visando separar seqüências comuns de letras na língua inglesa. Não importando como foi desenhado este layout, o objetivo era diminuir a velocidade de digitação, uma vez que as máquinas de escrever costumavam ficar com os tipos enganchados uns aos outros quando o usuário digitava rápido demais.

Com a venda de máquinas de escrever para o mundo inteiro, houve o movimento de nacionalização dos layouts de teclados e outros layouts surgiram, mais ainda visando a lentidão da escrita. Com os computadores, a confusão com os tipos das máquinas de escrever deixou de ser importante, mas o layout QWERTY havia se tornado um padrão de mercado (adotado pela maioria, mas sem uma legislação ou norma que o impusesse) e continuou a ser adotado.

Naturalmente surgiram estudos buscando mudá-lo, mas que motivo seria suficiente para mudar a maneira de se escrever? Em 1936, o Dr. August Dvorak patenteou o seu modelo de teclado. O objetivo principal do layout Dvorak é a ergonometria, a busca de um digitar mais confortável e menos desgastante, evitando problemas com LER e DORT.

Mas novamente surge a internacionalização. Ambos os teclados surgem efeito sobre a língua inglesa, sobre a qual foram construídos. O QWERTY separa letras comuns da língua inglesa, e as freqüências de uso das teclas analisadas para a composição do Dvorak são relativas a esta língua.

Cara, que post grande! Vamos fazer assim: outro dia eu termino, contando como eu comecei a usar o teclado nativo.

Insônia


Meia-noite e um turbilhão de pensamentos. Tudo o que passa por meus sentidos é estímulo, e meu cérebro não quer perder nada do que acontece.

É o que acontece quando invento de ficar no computador até tarde. Ou quando leio um bom livro antes de dormir. Ou mesmo quando tomo banho logo antes de deitar. Por mais clichê que possa ser, a água me traz uma enxurrada de idéias.

Agora surgem planos mirabolantes, de chamar aquela pessoa pra sair, de ir ao banco, de comprar mais memória pro notebook, voltar a escrever meu livro, postar no blog...

Vou beber água. De olhos fechados, vejo a casa inteira. A alta atividade do meu cérebro desenha todos os pontos em que devo ter cuidado com as paredes e móveis. Na esperança de que enxergar o caminho me faça pensar menos, abro a porta da geladeira para iluminar o caminho até o gelágua.

Se torna mais uma brincadeira. Vou percorrendo o caminho e a porta fechando, aumentando a dificuldade e fazendo com que eu volte a desenhar a casa na minha mente. Pego o copo sem enxergá-lo, encho e bebo a água, devolvo pro lugar. Sem esbarrões. Eu que vivo dizendo que tenho memória ruim.

Voltando pro quarto, a luz verde do celular recarregando serve de farol. Deito na rede. "Amanhã escrevo sobre isso." Parece que alguma coisa se aquietou em minha cabeça, já posso dormir em paz.

Mas depois do almoço vai ser difícil voltar ao trabalho.

Noktomezo, penslavango. Ĉiuj, kiu passas per miaj sencoj stimulas min, kaj mia cerbo volas perdi nenion, kion okazas ĉirkaŭ.

Tio estas, kiu okazas kiam mi starigas ĝis malfrue en la komputilo. Aŭ kiam mi legas bonan libron. Aŭ eĉ kiam mi banas ĵus antaŭ dormi. Per kliŝa tio estas, akvo alportas al mi idea inundo.

Ankoraŭ ekaperas frenezaj planojn: voki tiun pri promeni, iri al la banko, aĉeti ĉefmemoron por la tekkomputilo, turni al skribi miajn librojn, poŝti en la blogon...

Trinkos akvon. Fermitaj okuloj, mi vidas la tuta domo. La alta agado de mia cerbo projektas ĉiujn la punktojn, en tiuj mi devas zorgi la vandojn kaj meblojn. Esperanta ke, vidanta la vojon mi pensus malpli, mi malfermas la pordon de la glaciujo, por ilumini la vojo ĝis la trinkujo.

Ĝi fariĝas alia ludo. Mi trakuras la vojon, la pordo fermas, pligrandigas la malfacilaĵon kaj mi reen projektas la domon en mia menso. Mi prenas la glason sen vidi ĝin, plenas ĝin kaj trinkas la akvon, redonas ĝin al ĝia loko. Sen ekpuŝiĝoj. Kaj mi diras ĉiam, mi havas malbonan memoron.

Reirante al ĉambro, la verda lumo de la poŝtelefono funkcias kiel reflektoro. Mi kuŝiĝas en la teksaĵo. "Morgaŭ mi skribos pri tio." Ĝi ŝajnas kiel io kvietigis en mia ĉefo, mi jam povas pace dormi.

Aparências


Qual a força das aparências no nosso mundo? O que vale mais: quem você realmente é ou a imagem que você construiu e mostra à sociedade? Qual dessas suas duas realidades vale mais para você? Qual dessas suas duas faces vale mais para os outros?

Sim, embora todos digam que valorizam mais o que está dentro e menos a embalagem, isto é realmente verdade? Ah, esta pergunta todos fazem, responderei então o que penso disto.

O que somos, o que pensamos e sentimos, nada disto é igual ao que mostramos aos outros. Isto não é errado, isto é humano. É uma questão que envolve vários aspectos. Escondemos alguns traços da nossa personalidade por medo de perder algo, ou por querer alcançar alguma coisa, ou por querermos nos aproximar de alguém. Até mesmo por vontade de mudar, de deixar um comportamento incômodo e mudar para algo mais avançado.

Mas existe sim o lado ruim da aparência. E ele atinge exatamente as pessoas mais visadas. Aqueles "populares" da escola ou trabalho, os famosos que aparecem todo dia na TV, ou aqueles com uma história de vida sofrida que aparecem uma vez nos jornais.

Essas pessoas precisam esconder seus lados fracos. Caso contrário perdem sua credibilidade. E todos saberão que aquela pessoa é preconceituosa, que costuma ignorar e tenta humilhar pessoas que supostamente não cresceram à sua altura, ou que pesquisam o nome dessas pessoas na Internet para usar algum ponto de sua vida para atacá-las.

O mais importante para nós, pobres mortais, é saber que as pessoas não são apenas aquilo que vemos delas. Aquele interessado em máquinas e sistemas também tem coração, vontade de crescer e sensibilidade para reconhecer mensagens construtivas e diferenciá-las das inoportunas. Enquanto que aquela pessoa sofrida, que, por exemplo, não tem como fugir de uma maldição e que compartilham seus sofrimentos com os outros para ajudá-los também tem um lado sombrio e elitista, que julga pela aparência e divide as pessoas entre "seletas" e o resto.

Kial forta estas la mienaj en nia mondo? Kio estas pli valora: kiu vi reale estas, aŭ la imago, kion vi konstruis kaj montras al la socio? Kiu el viaj duaj realecoj valoras pli al vi? Kiu el viaj duaj vizaĵoj valoras pli al alioj?

Jes, malgraŭ ke ĉiuj diras, ke valoras pli tion, kio estas interna, kaj malpli tion, kion estas ekstera, estas tio vera? Ah, tion demandon ĉiu faras, mi diras, do, ke mi pensas pri tio.

Tio, kiu ni estas, kion ni pensas kaj sentas, nenio estas sama al tio, kion ni montras al alioj. Tio ne estas erara, tio estas humana. Tio demando implikas multaj aspektojn. Ni kaŝas ion spuron el nia personeco per timi de perdi ion, aŭ per voli atingi alion, aŭ per voli proksimiĝi iun. Eĉ per voli ŝanĝi, per voli lasi ĝenan konduton kaj ŝanĝi al ion pli kroma.

Sed ekzistas la malbona flanko de aspekto. Ĝi atingas ĝuste la plej vizitajn ulojn. Tiuj "populara" en la lernejo aŭ laboro, la fama el televido, aŭ tiuj, kiuj havas multaj da sufero en sia vivo, kiuj aperas unue en la ĵurnaloj.

Tiuj personoj bezonas kaŝi viajn malfortajn flankojn. Kontraŭe ili ne plu estus kredindaj. Kaj ĉiuj scios, ke tiu estas antaŭjuĝulo, ke li ignoras kaj tentas humiligi personojn, kiuj supozeble ne kreskis al lia alteco, aŭ ke esploras la nomojn de tiuj en la interreto por uzi iun punkton el ilia vivo pri ataki ilin.

La plej importa por vi, simpaj mortemaj, estas scii, ke la personoj ne estas nur tio, kion ni vidas el ili. Tio ulo interesa en maŝinoj kaj sistemoj, ankaŭ havas koron, ankaŭ volas kreski, kaj havas sentemon pri rekoni konstruajn mesaĝojn kaj diferencigi ilin el la malkonvenajn. Krome tiu sufera ulo, kiu, ekzemple, ne povas foriri el malbeno kaj partoprenas via suferecon kun aliaj por helpi vin, ankaŭ havas malluma, elitista flanko, kiu juĝas per la imago kaj dividas la personojn inter "preferitaj" kaj la alia.

Mais sobre o novo template


Estou feliz por ter criado este template "do zero", como eu queria. Sem usar moldes antigos ou criados por outros. Estou muito cansado por assuntos do trabalho, cursos e da formatura, por isso este blog está tão parado.

Mas o post é sobre o template. Já recebi elogios, que me reconfortam e me fazem pensar que o trabalho valeu a pena. Não me esforcei em deixá-lo 100% legal do Internet Explorer, e apenas deixá-lo legal no Firefox já foi uma trabalheira danada. Culpa dessas caixas com 4 bordas arrendondadas e do Blogger, que adiciona os textos de uma maneira bem louca e que eu tive de consertar.

Pelo menos o Blogger usa CSS bem direitinho, separando do HTML.

Para aqueles que estão no Internet Explorer 5.5 ou 6, o blog está quase ilegível. Na versão 7, está aceitável, mas apresenta uns espaçamentos chatos que eu como autor odiei ver. Como eu vi? Num site muito interessante: http://browsershots.org/. Ele permite que você veja o comportamento de um site em vários navegadores, em Linux, Windows e Mac OS. Lá pude ver que o Opera e o Konqueror fazem tudo legal, e que uma versão do Safari tem um comportamento estranho para a figura do título, mas isso não é problemático. Só o IE5.5 e o IE6 são problemáticos.

Se você quiser ver o resultado dos screenshots do AugenBlick, clique aqui.

Se você está usando o IE6, recomendo que instale o Firefox. Também vale instalar o IE7, mas o Firefox é melhor.

Template Abstrato


Terminei este template. Este sim fiz "do zero", sem usar nada que não tenha sido feito pelas minhas mãos. Ele pode ser um tanto instável, já que cada caixa dessas é formada por 8 figuras. O difícil neste template foi garantir que essas figuras encaixassem. Havia sempre um elemento com uma margem a mais que quebrava a caixa.

Mas acho que o pessoal do Internet Explorer ainda vai ter problemas, ele vai teimar em manter algumas dessas margens, mesmo que eu explicitamente tenha dito que elas devem ser de tamanho zero.

Aproveitei para deixar de usar o Yahoo! Geocites para guardar as figuras, é um serviço lento. Espero que mantê-las no PicasaWeb seja menos traumático.

Quem reparar em alguma coisa seriamente fora do canto, comente. Também vale alguma sugestão concreta para o template.