quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Ano passado

Ano novo chegando, e nos chegam velhos pensamentos sobre o ano que termina e o ano que vem chegando. Essa eu achei no livro "Otimismo todo dia" de Lourival Lopes, ano de 1993, mensagem número 303:


Prender o passado é sofrer ontem e hoje.

O mau passado é um fardo que, solto, se desfaz mas, preso, mantém vivas as dores que já deveriam ter sumido.

Tire o passado do presente.

Para apagar o passado, pense no presente, passe sobre ele uma esponja como quem apaga um risco de giz e se ocupe em fazer hoje melhor que ontem.

Não se preocupe. O passado já foi, nada mais representa. O importante é o agora, aproveitando-o para ser roseira florida.

O homem que atravessa o rio a nado só não foi ao fundo porque se desfez da trouxa que trazia às costas.




E escutando Cidadão Instigado - O Verdadeiro Conceito de um Preconceito

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Quando eu for Ditador

A morte de Pinochet me trouxe lembranças de quando eu queria ser presidente. É sim, eu tinha esse sonho, como acho que quase todos já tivemos. Mas ao longo da minha vida, percebi que se eu chegasse a presidente, eu seria um no estilo do Getúlio e do Chávez: faria de tudo para não sair de lá. No mínimo isso.



Mais fácil que eu seja do tipo Pinochet mesmo. Seria um ditador dos bem cruéis com a minoria que eu perseguisse. Mas ao falar em minoria perseguida, não comecei a organizar o golpe porque me falta uma minoria para perseguir. Não que não haja aqueles grupos de pessoas dos quais eu não gosto de me relacionar, mas acho que não justifica. Até porque perseguir, torturar e executar forrozeiros e pagodeiros iria causar um problema na produção do país. Ia faltar gente para trabalhar!



Por um lado, seria uma boa: menos pessoas a quem distribuir renda, uma menor procura por vagas em empregos poderia dar chance a um aumento de salários. Mas aprisionar eles em estádios de futebol definitivamente não seria uma idéia das melhores: imagina a muvuca que seria!!! É claro que eles não perderiam a chance de fazer um festão de forró fulerage e pagode de quinta só pra me irritar.



Mas podem ficar tranqüilos. O melhor que eu posso chegar com as condições que tenho hoje é a diretor do SERPRO, e isso nem vale muita coisa. Mas tomem cuidado com os seus IRPF nos próximos 20 anos, huahuahua...

sábado, 2 de dezembro de 2006

Peace Maker



Continuando com o tema "O Mundo bem que podia ser mais assim"...



Há um tempo eu aguardo o lançamento do jogo Peace Maker: http://www.peacemakergame.com/ Esse jogo promete muito, e logo de cara você vê a que ele veio: a empresa que está lançando se chama "Impact Games" e o tema dele é exatamente o que o logo mostra, a resolução do conflito entre Israel e a Palestina.



Você assume o papel de um líder de uma das duas nações no início do jogo, e ganha quando conseguir estabelecer a paz na região. É uma nova idéia de jogos, que está surgindo em oposição aos jogos violentos. Outros do gênero já são vários, o site http://www.socialimpactgames.com/ lista mais de duzendos, que passam de títulos como "3rd World Farmer" a "Diabetes: escape from Diab".



O PeaceMaker lançou agora um blog, que vou acompanhar. O link está aí ao lado, para quem quiser acompanhar também.