sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Nariz de Palhaço


Chegam as eleições e vem a dúvida: em quem votar?



A menos que você já tenha aquele canditato que vale a pena para você, convenhamos que está cada vez mais difícil ver a diferença entre uns e outros.



Entrei na campanha do nariz de palhaço, o link está no banner na barra à direita. É só uma idéia: ir à urna usando um nariz de palhaço. É claro que não vale colocar o nariz somente na hora de votar, quando entrar na sala. Não é para os mesários verem, não vai ter um repórter para tirar uma foto sua. Use o nariz de palhaço no caminho até a sua sessão.



Essa campanha não tem a ver com partido, com opção política, com votos em branco ou votos nulos. Tem a ver com a falta de opções que realmente ofereçam mudança e que tenham chance de chegar lá.



Vou usar o nariz de palhaço da minha mãe, meu irmão, se eu bem o conheço, vai aderir também. É um bom uso para aquele seu nariz do último show dos Los Hermanos.


quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Cotidiano, Quotidiano.


Eu costumava dizer que "somos personagens de um jogo de RPG, e os jogadores estão em outro universo e nem sabem que realmente existimos". Às vezes parece que estamos enfrentando verdadeiras masmorras, mas nos nossos joguinhos de RPG esquecemos o lado monótono da vida.



Calmaria. Tranqüilidade. Monotonia.


Indefinição, mistério. Espera.


Dúvida. Focalização, indagação.


Lembrança, nostalgia... Alegria, diversidade.


Perigoaperreiodesespero. Semsaída


Acordo. Calma, ainda não acabou.


Listas, pilhas, infinidades.


Metáforas. Meias-palavras. Mensagens ocultas.


Abstração.


terça-feira, 19 de setembro de 2006

Estou vivo


Ah, blog desatualizado! Scheiße!



Vamos escrever alguma coisa então. Qualquer coisa abstrata que fale sobre qualquer coisa que vi por aí; ou sobre qualquer coisa que vivi? Algum comentário sobre um acontecimento de alcance mundial que abalou muitas pessoas? Alguma nota de indignação com qualquer coisa? Algum problema no trabalho ou no CEFET?



Hum... uma história do cara que comemorou tanto a chegada dos dez mandamentos que não escutou o último? Uma dissertação sobre porque um pedido de desculpas tem tanto valor mesmo se a ofensa não é reparada? Um relato indignado comparando o fato de os professores das cadeiras de empreendedorismo do CEFET falarem que a gente deve valorizar o cliente enquanto há quem não valorize os clientes e esses continuam adquirindo o serviço mesmo assim?



Não, nada para hoje.