quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Você está De Metido!!!


Mandaram Plutão embora. Coitado, ele não tem culpa! Ou será que ele esteve nos enganando esse tempo todo? Comentários sobre a reportagem de Miguel Azevedo



Estavam em dúvida se consideravam Plutão como planeta ou se rebaixavam-no. Na primeira opção, outros astros seriam considerados planetas também, entre eles Ceres (que fica entre Marte e Júpiter, no meio do cinturão de asteróides) e Caronte (a lua de Plutão). Exatamente isso: um asteróide passaria a ser planeta e uma lua seria planeta também. Ficaria engraçado: o planeta Plutão e seu irmão Caronte, um girando en torno do outro.



Eu estava acompanhando essas discussões pelo noticiário, e pensava comigo o que os astrólogos poderiam falar. Ora, em 1930 os cientistas descobriram Plutão e ele foi adicionado aos mapas astrais. Agora Plutão não é mais planeta, mas ele continua lá. E quanto aos outros astros tão grandes quanto ele? Isso é confuso, difícil de confiar.



"Ah, quanta discussão besta, enquanto há tanta gente morrendo! Esses caras deviam descobrir a cura da AIDS!!!" comentaram por aí. Besta é ele. Eu não tomaria um remédio feito por um astrônomo!

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Feira do Livro



Muitas livrarias, muitas editoras, muitos livros. Muito caros, mais caros do que eu esperava.

Dá pra cansar rápido andando por lá. Dá trabalho achar um livro bom e barato. Dá pra achar aquele livro que você está procurando faz tempo, dá pra achar um livro que você nem imagina. Mas dá trabalho achá-los.

Comprei um Contos Inacabados, vou comprar um Ensaio sobre a Lucidez e mais um de presente, depois que eu comprar eu digo aqui qual foi. Achei um O Código da Vinte e Cinco de Março, muito engraçado. Se for barato, compro também. Fiquei impressionado com a minha irmã: já comprou 4 livros.

Mas o engraçado é tanto livro por lá que eu quero ler e um aqui - A Revolução dos Campeões - do qual eu quero distância mas tenho que ler.

domingo, 6 de agosto de 2006

Respire fundo antes de usar






quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Enquanto isso, no lustre do Castelo...



- Como é a história? Você pede a minha ajuda, insiste, faz por onde conseguir tudo e depois que cair fora?

- Não é cair fora, apenas eu não imaginei que seria assim tão de repente. E eu não pedi a sua ajuda.

- Ora mais de repente! Você por acaso é leso? É por isso que você sempre precisa da minha ajuda! Eu que sempre tenho que fazer nossa vida funcionar, sempre foi assim!

- Você faz funcionar? A sua "ajuda" se resume a jogar lenha na fogueira. Sempre foi assim. Depois eu que coloco a casa em ordem, conserto tudo o que você desfaz.

- Eu desfaço? Eu tenho a minha maneira de fazer as coisas, enquanto você tem a sua maneira de não fazê-las. Agora vem investindo, formamos uma parceria, e depois que chegam os resultados você que desistir, entregar os pontos?

- Você sabe que não é bem assim: essa parceria foi como todas as outras. E como nunca deixou de ser, há a sua maneira estranha de resolver as coisas. A diferença dessa vez é que nós dois sabíamos que não deveria haver essa busca...

- Mesmo assim você jogou o verde. Fez por onde existir a dúvida, aquela dúvida cruel que arrasta as pessoas para onde você direciona. É claro que não é o seu estilo, então eu tive de agir e manter o curso das coisas.

- Exatamente: precisava ser tão louco? Apostando em jogos loucos, blefando desvairadamente, examinando as reações das pessoas como um jogador de pôquer? Mas é verdade que eu fui sim manipulador, aprendi com você.

- Não tem mais porque ficar discutindo como chegamos até aqui. Temos que decidir para onde vamos. Duas vezes. E tem que ser rápido, eles estão chegando.

- Estão? Cara, é mesmo! E aí? Qual será a nossa posição? Hein?!?! Ah, mais é claro! sumiu de novo e me deixou com a bomba na mão. Lá vou eu sozinho resolver minhas bagunças, pelo menos para bagunça eu tenho talento...