sexta-feira, 26 de maio de 2006

Barreiras


Semana no ProPessoas, um projeto no SERPRO sobre desenvolvimento pessoal. Tema: Vencendo Barreiras

Eram dois ouvires amigos que resolveram caminhar juntos. Cada um deles carregava consigo tesouros valiosos para si, suas melhores obras e presentes que receberam de outros amigos ouvires. E no caminho havia uma subida. Uma subida bastante íngrime. Eles avaliaram se seria bom tentar subi-la e decidiram que sim. Mas a subida se tornou muito íngreme e eles resolveram pensar no que fazer.

Resolveram que não poderiam continuar a subir se algum peso não fosse deixado pra trás. Começaram então a avaliar que tesouros poderiam ser jogados fora. Com menos peso, continuaram a subir. Mas a subida se tornou cada vez mais difícil e cada vez mais peso precisava ser jogado fora.

Cada um tem seu limite, e um dos amigos resolveu que daquele peso ele não podia se desfazer. Era uma jóia não simplesmente valiosa: era a sua obra prima. A mais valiosa de todas as jóias. Então eles tentaram continuar com ela, mas não podiam. E começaram a se machucar por causa disso: haviam chegado ao limite. Uma decisão tinha que ser tomada.

"Não posso deixar isso pra trás."

E eles desceram a montanha, recolhendo suas coisas que deixaram no caminho. Às vezes um pegava alguma coisa do outro, e isso ficará de lembrança da boa caminhada. Ainda há o caminho de descida da montanha para uma última palavra, consertar as coisas que se quebraram enquanto caíam, entregar presentes que um havia feito para o outro durante a subida.

Cada pessoa tem um preço para cada assunto. Não se pode condenar alguém por se entregar mais fácil ou por resistir tanto. Alguém vai ter que ceder, às vezes todos os envolvidos.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Parou por quê?


Hehe, não ficou para domingo, nem para segunda. Só na quarta arranjo tempo para lembrar do meu bloguizim... Também não dou tanta atenção ao blog dos outros, só olho o do Mário; e conseqüentemente só ele olha o meu.

Também não mantenho assuntos interessantes, como esse sobre o tal filme. Sei lá, isso de escrever não combina comigo mesmo, eu só escrevo bem quando escrevo subjeções sobre o que acontece comigo: quando passo por qualquer situação, eu a escrevo com personagens vagos e símbolos toscos. É assim mesmo.

Se eu quisesse, poderia chegar ao nível dos textos do Mário, ou ao nível dos zines da Bel, mas a criatividade da Bel não está ao meu alcance e o estilo do Mário é muito longe do que eu quero produzir.

Será que eu vou passar a fazer um diário? Será que vou voltar para o assunto do filme? Só esperando pra ver, eu sempre começo as coisas e deixo na metade. Além do mais, ter retorno é sempre bom e isso só o Mário — mesmo sendo o Mário — não é sufuciente para o meu ego. Para aumentar o retorno, seria bom visitar mais blogs, mas eu num dô conta nem no blog do Mário e no flog da Bel...

sexta-feira, 5 de maio de 2006

What the bleep do we know?-Realidade 1


Está muito difícil? Chato? Ora, quem está escrevendo sou eu, não haveria de ser diferente. Mas vou tentar ser mais receptivo...

Consegui o arquivo com as legendas do filme, vou passar a me basear por elas. Assim mantenho uma linha mais legal e faço uma resenha estranha. Sobre não haver mesmo uma resenha, é porque não há exatamente uma história. Apenas a moça tem pensamentos estranhos sobre a existência das coisas e os cientistas comentam.

"Como podemos continuar a ver o mundo como real, se o ser que o está determinando como real é intangível?

Todas as realidades existem simultaneamente?

Há a possibilidade de todas as verdades existirem lado a lado?

Alguma vez você já se viu através dos olhos de alguém que você se tornou e olhou para si através dos olhos de um observador?"


Hein? Já passou por alguma sensação de não ser você quem está observando a situação? Já observou a si mesmo como se fosse outra pessoa? Experimente. Pode ser difícil, mas você vai ter mais possibilidades acerca do que você pode fazer em relação a si mesmo.

"A física quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma física de possibilidades.

Estas são questões sobre como o mundo é percebido por nós: Se existe uma diferença entre o modo como percebemos o mundo e o que ele realmente é."


Então fica para domingo - já que não tenho tempo amanhã - a continuação da nossa série com mais sobre o que é real e o que não é.

quinta-feira, 4 de maio de 2006

What the bleep do we know? - Tempo


Segundo as leis da física (desde Newton até a física quântica) não faz sentido que possamos nos "lembrar" do passado e não ter o mesmo tipo de visão do futuro:

Lembre-se dos gráficos e das fórmulas do primeiro ano, dá pra saber tudo sobre um movimento, em qualquer instante do movimento. Da mesma maneira podemos com nossas ações influenciar e alterar o futuro mas não temos o mesmo tipo de poder em relação ao passado.

Pelo que se entende na física, o tempo não "passa", todo o tempo existe a todo momento. É mais uma dimensão onde vivemos: altura, largura, profundidade e tempo. O "normal" seria se pudéssemos nos mover na dimensão do tempo da mesma maneira que nos movemos no espaço.

De certa maneira, nos movemos no tempo, à velocidade da luz e sempre em uma única direção. Sempre que nos movemos no espaço, a nossa velocidade no tempo diminui, para que a soma seja a velocidade da luz. Isso é a relatividade do tempo: a luz se move no espaço à velocidade da luz; portanto ela tem velocidade zero no tempo.

Nas mitologias e religiões se diz que o tempo não existe para os seres superiores. Seriam criaturas que se movem à velocidade da luz? Que força nos empurra a tanta velocidade na dimensão do tempo? Se essa força fosse anulada, nós passaríamos a ver o tempo como uma dimensão de espaço?

quarta-feira, 3 de maio de 2006

What the bleep do we know? - Introdução

No começo só havia o Vazio, transbordando com infinitas possibilidades das quais você é uma...

Assim começa "Quem Somos Nós?"(What a bleep do we know?), que assisti ontem. Muito "a minha cara", entendem? Daí que vou comentr essas idéias aqui por mais de uma postagem. Não vou comentar o filme, mesmo achando que ele não está mais em cartaz.

Parece ser uma nova fase no blog, na qual pretendo fazer novas postagens quase que diariamente. Parece.

Tentei assistir ele no sábado, mas a fila estava uma bagunça só. Parece que confundiram a fila preferencial (idosos, etc) e pensaram que ela era uma fila exclusiva para quem queria assistir o filme, já que ele está passando em uma série especial.

Ontem assisti, depois do trabalho. O filme tem muito a ver com algumas idéias que eu já cultivava e divulgava, e revê-las, relembrá-las foi muito bom. Não vou postar agora o primeiro comentário, vou deixar para amanhã. Então, até lá.