sábado, 17 de dezembro de 2005

Velharias


Cof, cof, cof! Vasculhando papéis velhos a gente encontra uns textos estranhos...

Este eu vou escrever a tradução, que nem no livro "Die Stille im Aquarium - O Silêncio no Aquário" que eu ganhei no ano passado. Quem quiser emprestado é só pedir..



Und was möchtest du machen?

Du haßt das, und willst nicht mehr das sehen

„Was kann ich machen?” denkst du, und

Vesucht etwas zu sagen,

Damit sie ihnen Lärm halten.



Aber nichts kannst du machen oder sagen.

Sie würden nicht halten.

Du würdest nicths machen.





E o que você quer fazer?

Você odeia isso, e não quer mais ver isso

"O que eu posso fazer" você pensa, e

Tenta fazer algo

Para que eles parem o barulho.



Mas você não pode fazer ou dizer nada.

Eles não parariam.

Você nada faria.


domingo, 11 de dezembro de 2005

Orkut, iéias horríveis e agricultura



De ontem para hoje me deixaram um recado no Orkut sobre uma mensagem que escrevi há tempo:


Lipe: Opa cara, desculpe a invasão.


Li seu reply na comunidade "That Was A Terrible Idea", falando sobre a agricultura:

"Agriculture was really the most terrible idea. With it was created the property concept, and property created human ambition."


Achei bastante interessante e pergunto: de onde veio esta teoria?

Então vou responder aqui, meu chapa. É bom que escrevo também no blog, já que tah parado um tempão:

Sobre a agricultura, lá na comunidade That was a terrible idea, funciona mais ou menos assim:

O ser humano era nômade: quando acabava a comida ele se mudava. Depois que aprendeu a plantar ele teve de esperar os frutos nascerem e começou a se estabelecer nos lugares.

No início as plantações eram comunitárias (como as dos índios no Brasil), e é aí que entra a ganância. Aparece aquele primeiro cara que trabalha menos e come mais. Um mais esquentado começa a briga para o folgado trabalhar mais ou comer menos, e no final o esquentado acaba passando a plantar separadamente, no que é seguido por vários outros.

No final cada um tem sua própria plantaçãozinha e ninguém de fora pode chegar perto. Eis a propriedade privada e a privada da humanidade.